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Fluxo digital na odontologia: o guia completo

Entenda como o fluxo digital transforma a relação entre consultório e laboratório — do escaneamento intraoral à entrega da prótese, com mais precisão, agilidade e previsibilidade.

O que é o fluxo digital na odontologia?

Fluxo digital é a substituição das etapas analógicas da prótese — moldagem, modelo de gesso e articulador — por processos digitais: escaneamento intraoral, planejamento em software CAD e fabricação por fresagem ou impressão 3D (CAM). Na prática, a boca do paciente vira um arquivo digital que viaja do consultório ao laboratório em segundos, sem correio e sem distorções.

Para o cirurgião-dentista, isso significa consultas mais rápidas, trabalhos com encaixe mais previsível e uma comunicação muito mais clara com o laboratório. A seguir, detalhamos cada etapa.

As 4 etapas do fluxo digital

1. Escaneamento intraoral

O scanner intraoral captura a arcada do paciente em minutos, sem moldagem com alginato. O resultado é um arquivo STL com a anatomia em alta definição, pronto para o laboratório.

2. Exames de imagem

Quando o caso envolve implantes ou planejamento cirúrgico, a tomografia computadorizada (arquivos DICOM) complementa o escaneamento e permite avaliar estruturas ósseas com precisão.

3. Design digital (CAD)

No laboratório, o técnico desenha o trabalho em software CAD sobre os arquivos recebidos, definindo anatomia, contatos, oclusão e emergência antes de qualquer produção.

4. Fabricação (CAM) e entrega

O projeto aprovado segue para fresagem ou impressão 3D (CAM). O trabalho final é entregue com encaixe previsível, reduzindo ajustes em consulta e retrabalhos.

Benefícios para a clínica e para o paciente

  • Sem moldagem convencional: mais conforto para o paciente
  • Precisão milimétrica do escaneamento ao encaixe final
  • Prazos mais curtos e previsíveis
  • Arquivos digitais arquivados — fácil refazer ou duplicar um trabalho
  • Comunicação direta com o laboratório sobre cada caso
  • Menos ajustes na cadeira e menos sessões de retrabalho

Perguntas frequentes

Preciso ter scanner intraoral para trabalhar com fluxo digital?

O scanner agiliza muito o processo, mas não é obrigatório em todos os casos: modelos de gesso podem ser escaneados, e fotos bem feitas já ajudam no planejamento. Se você tem scanner, basta exportar os arquivos STL e enviar pelo nosso portal.

Quais arquivos o laboratório aceita?

Aceitamos arquivos STL do escaneamento intraoral, tomografias em DICOM, fotos clínicas e documentos em PDF — inclusive compactados em .zip. Todo o envio é feito pelo formulário do site, com protocolo de acompanhamento.

O que muda na precisão com o fluxo digital?

O fluxo digital elimina distorções comuns da moldagem e do vazamento do modelo em gesso. Com CAD/CAM, o desenho é validado antes da fabricação, o que aumenta a previsibilidade do encaixe e da estética.

Como acompanho o andamento do caso?

Cada envio gera um protocolo. Com o número do protocolo e o telefone ou nome do paciente, você acompanha o status do caso em tempo real pela página de acompanhamento.

Pronto para trabalhar em fluxo digital?

Envie seu primeiro caso com arquivos STL, DICOM e fotos — nossa equipe acompanha cada etapa e você segue tudo pelo protocolo.